Passeio livre em calçadas

Passeio livre em calçadas

18 de dezembro de 2018 0 Por Cássio

As normas referentes ao piso para calçadas são amplas e delimitam todos os detalhes para a construção de um espaço seguro e acessível. O Programa Passeio Livre é uma das iniciativas mais populares da área.

 

E agora, como construir ou reformar uma calçada da maneira correta? Quais são os cuidados necessários quando o assunto é acessibilidade? Se você tem essas dúvidas, acompanhe o nosso conteúdo e entenda tudo sobre piso para calçadas.

 

O Passeio livre nas calçadas

 

A construção consciente das calçadas da cidade é um tema que precisa de mais iniciativas. De fato, no momento de instalar ou recuperar calçadas, poucas pessoas levam as necessidades de deficientes em consideração.

 

Além disso, a melhoria no piso para calçadas e na disposição de faixas contribui para uma mobilidade urbana mais desenvolvida. O objetivo é garantir que todos os tipos de indivíduos se sintam livres para percorrer os espaços urbanos.

 

Existem legislações específicas para assegurar a acessibilidades.

 

O programa que faz parte da iniciativa, chamado de Passeio Livre, pretende sensibilizar os cidadãos sobre a importância das normas de construção e da integração de pessoas com deficiência.

 

O padrão arquitetônico de calçadas

 

O piso para calçadas, assim como os demais elementos de acessibilidade, precisam ser pensados de acordo com necessidades especiais. Para os deficientes visuais ou usuários de cadeiras de rodas, a medida é especialmente importante.

 

Existem vários materiais para revestir as calçadas, mas o ideal é que a composição seja regular, lisa e promova a mobilidade de cadeiras de rodas. É interessante notar que a vegetação deve permanecer separada por grelhas ou por grama.

 

O padrão arquitetônico estabelece, por fim, que as calçadas tenham entre 2 e 3 faixas, dependendo da largura. Vamos entender esse detalhe com maior precisão a seguir.

 

Piso para calçadas: tamanho e faixas

 

O tamanho do revestimento da calçada define quantas faixas ela deve ter. Para as áreas com menos de 2 metros, uma divisão de duas faixas está de bom tamanho. Para as maiores que essa largura, são necessárias 3 faixas.

 

Em ambos os casos, é essencial que exista uma parte do piso sinalizada e destinada à acessibilidade dos portadores de deficiências. Essa é a chamada faixa de serviços, que pode abrigar rampas, pisos táteis e qualquer mobília urbana.

 

A segunda faixa é livre para o trânsito de pedestres. Ela também pode ser utilizada por deficientes, desde que possua um piso ideal.

 

A terceira faixa, por fim, é utilizada para acesso a residências, empresas ou comércios. Ela é usada para entrar e sair dos locais privados.

 

Cuidados adicionais

 

Alguns cuidados na hora de transformar o piso para calçadas são indispensáveis. Acompanhe os mais importantes deles:

 

Rebaixamento de calçadas

O rebaixamento é indispensável para garantir o acesso de pessoas com mobilidade reduzidas ao espaço de calçadas. É obrigatório tomar esse cuidado, já que o meio fio é alto para uma cadeira de rodas.

 

O rebaixamento deve estar localizado em uma área próxima às faixas de pedestres. Além do uso por deficientes, também podem descer pelo rebaixamento pessoas carregando grandes volumes ou bebês de colo.

 

O elemento precisa estar no planejamento de qualquer espaço urbano. Entretanto, quem produz um rebaixamento é sempre um responsável do poder público.

 

Pisos especiais

Os pisos especiais servem para garantir a segurança de portadores de deficiência. Os principais deles são pisos táteis, usados para assegurar a proteção dessas pessoas frente a obstáculos no caminho.

 

A norma da acessibilidade pode ser consultada aqui.

Conclusão: Conscientização da população!

 

As normas vigentes atuam no sentido de conscientizar a população e garantir o acesso de todas as pessoas aos ambientes urbanos. Com as alterações no piso para calçadas, você está contribuindo com uma sociedade mais inclusiva!